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Por Pedro Guasti
As empresas que ainda estão cogitando a idéia de, um dia, quem sabe, talvez, investirem em uma plataforma de comércio eletrônico estão perdendo espaço para a concorrência que já investe em estratégias de atendimento multicanal, ou seja, mantém uma loja tradicional, entretanto, possuem também uma loja virtual. No Brasil, nos últimos cinco anos, o comércio eletrônico vem apresentando taxa de crescimento médio de 49%. Somente de 2006 para 2007, houve um incremento de 35% no número de adeptos às compras virtuais, o que justifica as constantes taxas de aumento em termos de faturamento desse negócio. O comércio de bens de consumo pela internet é uma realidade nítida e clara e se transformou em um elemento multiplicador de faturamento de fidelização. Ele representa fatia considerável do faturamento da maioria das empresas que apostam na sua eficiência, além de já representar aproximadamente 3% do varejo total no País. Não é a toa que grandes varejistas como: Carrefour, Casas Bahia e Wal-Mart devem iniciar, em curto e médio prazos, suas vendas por essa plataforma. Trata-se de uma modalidade extremamente vantajosa: sem custos de estrutura física, climatização, energia, mão-de-obra e de tecnologia, marketing administrativos e financeiros. Além disso, boa parte dos custos pode ser diluída na operação final. A facilidade, conforto, agilidade e, principalmente, a diversificação do mix de produtos disponível nas vitrines das lojas virtuais é mais um atrativo para quem gosta de comprar tudo em um único lugar, economizando tempo, evitando trânsito e filas intermináveis, além, é claro de contar com a comodidade de receber tudo em casa. Entretanto, ao contrário do que acontece em países da Europa e EUA, a venda de roupas e acessórios, pacotes turísticos, jóias e relógios ainda não decolaram no Brasil, abrindo janelas de oportunidades para a venda dessas categorias aos lojistas que decidirem se diversificar. Para isso, tais lojistas devem estar preparados para atender essa demanda que requer cuidados diferenciados com investimento em suas ferramentas de zoom e possibilidade de visualização do produto em 3D, manequins virtuais, qualidade nas fotos, guia de medidas, opiniões de clientes, além de uma boa usabilidade que é um dos principais fatores, já apontados em pesquisas, para o abandono ou não dos carrinhos de compra durante o processo de aquisição do produto em uma loja virtual. O mais importante de tudo é que o comércio eletrônico começa a se tornar mais acessível tanto para os mais abastados e, cada vez mais presente, para os menos favorecidos das classes C e D. Com a inclusão digital, teremos um potencial de penetração do consumo pela internet na parte mais baixa da pirâmide, desde que, acima de tudo, se respeite o cliente, oferecendo produtos e serviços, financiamento e excelência no atendimento ao cliente. Além disso, tanto para as grandes quanto para as micro e pequenas empresas, o e-commerce é uma realidade. Desconfiar desta realidade ou se mostrar alheio a esse universo, é se mostrar distante de um novo mundo no qual o consumidor está, a cada dia, se tornando mais plugado, participativo e carente de bons negócios e novidades. Pedro Guasti, Diretor Geral da e-bit, empresa especializada em informações para o mercado de e-commerce. Trabalha na e-bit desde sua fundação em 2000 e foi responsável pela estruturação da área comercial e posteriormente assumindo a direção geral da empresa em 2002. Graduado em Tecnologia da Computação pelo Mackenzie-SP e pós-graduado em MBA na Universidade de São Paulo em Conhecimento, Tecnologia e Inovação. Foi o representante brasileiro no programa Inter-American e-Business Fellowship 2003 patrocinado pelo Departamento de Comércio Americano e pelo eBay.com. |
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E-commerce brasileiro: o futuro é aqui e agora
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Brasileiros gastaram, em média, R$ 330 pela internet no segundo trimestre
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Os consumidores brasileiros gastaram, em média, R$ 330 por compra feita na internet no segundo trimestre desse ano. A informação faz parte do relatório divulgado pela e-bit nesta quinta-feira (10).
Ainda de acordo com o levantamento, o valor é 11% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando o tíquete médio de cada compra foi de R$ 297. “A escolha, cada vez maior, por produtos de valor agregado mais alto, como Informática e telefonia Celular, além de elevar o tíquete médio, mostra que os e-consumidores estão mais seguros em comprar pela internet”, afirma o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti. Faturamento Outro fator que contribui para esse alta é o maior volume de pedidos, 5,5 milhões entre abril e junho, devido à entrada de novos e-consumidores. Até maio deste ano, mais de 11 milhões de pessoas já compraram pelo menos uma vez na internet. Produtos mais vendidos Os produtos eletrônicos ficaram em quarto lugar e os eletrodomésticos vieram em seguida. |
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O controle, nas suas mãos

Aumentar o volume e selecionar músicas no iPod ou no iPhone estão longe de serem tarefas difíceis. Mesmo assim, o designer Victor Soto achou que poderia simplificar os comandos — e torná-los mais estilosos, claro — transformando um anel em controle remoto. Sensível ao toque, o iRing aumenta e diminui o volume quando o usuário desliza o dedo sobre sua superfície (olha aí a foto ao lado). A pausa pode ser dada ao clicar sobre a maçã e a troca de músicas é feita com os botões “invisíveis” ao lado do ícone da Apple.
O acessório precisa ser carregado e a duração da bateria é de duas horas dois dias — mas tudo isso só no projeto, porque o iRing ainda não está disponível. Também na teoria, a transmissão dos comandos é feita via tecnologia Bluetooth. Você acha que o iRing merece chegar às lojas ou deve ficar só no papel mesmo?

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Positivo Informática lucra R$ 70,4 mi e anuncia mudança
A Positivo Informática vendeu 433.231 computadores e notebooks no segundo trimestre de 2008, 12,9% a mais que no mesmo período de 2007. Os notebooks representaram 29% das vendas com crescimento de 115,4%.
A receita líquida foi de R$ 548,8 milhões, 10% superior à do segundo trimestre de 2007. O Ebitda (lucro antes do pagamento de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em R$ 74 milhões. O lucro líquido foi de R$ 70,4 milhões, registrando queda de 7,6%.
“Esse resultado reflete, principalmente, a queda de 6,9% no preço médio dos computadores”, afirma Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Informática. “Em contrapartida, a demanda e os custos de produção cresceram.”
A Positivo Informática –que faz parte do Grupo Positivo, que também atua na área de educação e no ramo editorial– anunciou ainda mudanças no comando.
Lucas Guimarães deixa a vice-presidência financeira e a direção de relações com investidores da Positivo Informática e assume a vice-presidência corporativa do Grupo Positivo. Em seu lugar na Positivo Informática, entra o argentino Ariel Leonardo Szwarc, ex-diretor financeiro da Case New Holland para a América Latina.
Filho do fundador do grupo, Oriovisto Guimarães, Lucas foi responsável pela abertura de capital da Positivo Informática, em dezembro de 2006. De lá para cá, a empresa se transformou em uma das maiores companhias de informática na América Latina, assumindo a liderança no Brasil.
A mudança tem a finalidade de expandir os negócios educacionais, com planos voltados à classe C, e consolidar a internacionalização da Positivo Informática.
Fonte: Folha Online
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Uso de cartões decola no Brasil

Em 2007, os meios eletrônicos (cartões de crédito e débito) somaram metade dos pagamentos feitos no varejo brasileiro. O uso dos cartões cresce a cada ano no Brasil e vêm, aos poucos, substituindo o cheque. Um estudo do Banco Central mostra esta evolução: ao final do ano passado, o uso dos cartões – sem contabilizar pagamentos em dinheiro – somou 50% dos pagamentos no varejo. Em 2006 este percentual era de 46,2%. Na mesma base comparativa, a representatividade do cheque caiu de 23,1% para 19%.
Em valores, sobretudo nas compras de menor valor, é cada vez mais presente o uso dos cartões. Entre 2006 e 2007, os cartões de crédito cresceram 24,6%, movimentando R$ 182 bilhões. Já os cartões de débito tiveram elevação de 23,8%, para R$ 83 bilhões. A evolução da indústria de cartões é um dos temas principais do C4 – Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor, evento que a Partner Conhecimento realiza entre os dias 27 e 29 de agosto, em São Paulo.
C4 – Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor
Mais de 100 palestrantes, nacionais e internacionais, estarão reunidos no Hotel Transamérica – durante os dias 27, 28 e 29 de agosto – para debates sobre as principais questões que envolvem este dinâmico setor. Neste ano, o evento que chega à sua quarta edição, terá como o tema central “Cartões de Crédito, do começo ao futuro”. Entre os principais assuntos a serem abordados estão: Bandeiras após IPO´s; Convívio entre Celular, Cartão e POS; Inclusão dos “sem cartão” no mercado de meios eletrônicos de pagamento; Uso Consciente do Crédito; e a Bolha do Crédito ao Consumidor.
A programação completa do congresso está disponível aqui.
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